ARQUEOLOGIA

Nos últimos anos os grandes empreendimentos tem sido um dos principais responsáveis por algumas das mais importantes descobertas da Arqueologia contemporânea. Os engenheiros também são os profissionais responsáveis nas soluções para a preservação dos achados arqueológicos, contribuindo para o estudo e o conhecimento mais abrangente dos locais onde intervêm, aliando o desenvolvimento ao respeito pelo passado.

A Arqueologia estuda o passado do homem através da sua cultura material, na localização, avaliação e pesquisa dos bens arqueológicos, permanentemente ameaçada pelas grandes obras contemporâneas e, portanto, com importância crescente no mundo em que vivemos. A proteção deste patrimônio dispõe de procedimentos teórico-metodológicos próprios, tendo como princípios norteadores o conhecimento científico e a competência profissional.

A Arqueologia está assumindo uma posição de extrema relevância, vinculado aos empreendimentos e ao impacto no meio-ambiente. Diante desta nova realidade a Bourscheid, sempre com os olhos voltados para o futuro, vêm inovando continuamente através de equipe multidisciplinar, especializada no desenvolvimento de pesquisas, relatórios, projetos e execução de programas relativos ao Meio-Antrópico, direcionados ao Patrimônio Arqueológico, Histórico e Cultural.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), órgão gestor federal do patrimônio arqueológico, dispõe sobre as responsabilidades, os critérios e as diretrizes no desenvolvimento de estudos do patrimônio arqueológico, conforme a Resolução CONAMA, de 1986, e a Portaria n°230/2002, como parte a ser considerada nos estudos ambientais com objetivo de minimizar ou, quando possível, eliminar os impactos negativos aos recursos arqueológicos, como requisito à obtenção de autorização nas etapas do licenciamento.

O patrimônio arqueológico é um bem público, frágil, finito e não renovável. Sua proteção e conservação constitui obrigação moral de todo o ser humano, assegurado na legislação vigente do país, prevista na Lei Federal nº 3.924/61; Lei Federal n°6.766/79 e Lei Federal nº 7.661/88; que dispõe sobre os monumentos arqueológicos.

A preservação do solo, associado à intensidade da ocupação, é uma variável importante. Portanto, o potencial arqueológico existente no solo, não deve ser ignorado, mesmo em áreas densamente povoadas existe a possibilidade de encontrar vestígios arqueológicos não previstos.

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